sexta-feira, 18 de maio de 2018

ROLÂNDIA: PRIMEIRA CASA DE TIJOLOS DE ROLÂNDIA 1934

Essa é a primeira casa de "material" construída em Rolândia, talvez no Norte do Paraná... de 1934. Eu nasci nela. ela existe até hoje. Fica localizada no bairro rural São Rafael, no sítio hoje dos Steinbrecher. Quem construiu foi Josef Steinbrecher meu avô. Quem mora lá é meu primo Thomas Steinbrecher, que tem uma granja de frangos... hoje está bem diferente, pois sofreu várias reformas, Mas a base e paredes são as mesmas.

PEDRO BECKER


sexta-feira, 4 de maio de 2018

RÁDIO CULTURA DE ROLÂNDIA ( HISTÓRIA DO RÁDIO )

Essa foto mostra a Época de Ouro da Rádio Cultura de Rolândia. Nós trabalhávamos por amor a profissão.

JOSÉ CARLOS GAFFO


segunda-feira, 23 de abril de 2018

HANS KOPP PRIMEIRO FOTÓGRAFO DE ROLÂNDIA

Da Áustria ao Paraná: a trajetória imagética de Hans Kopp, primeiro fotógrafo de Rolândia (PR)

Cássia Maria Popolin

Resumo

Este trabalho resgata a trajetória imagética do primeiro fotógrafo de Rolândia (PR), o austríaco Hans Kopp, que imigrou para o Brasil depois de haver combatido na Primeira Guerra Mundial. Fincou raízes no norte do Paraná, onde registrou fotograficamente o despontar das novas cidades. O trabalho faz uma retrospectiva da vida e obra de Hans Kopp, de seu nascimento, em 1899, na Áustria, até sua morte em julho de 1991, em Rolândia. Propõe um resgate da memória “coagulada” na fotografia e a utiliza como
ponto de partida para desvendar histórias latentes da família Kopp e das cidades de Rolândia e Londrina. Sua história e memória estavam literalmente guardadas no fundo de um baú, em poder de seus descendentes. A autorização da família para a imersão em seus arquivos foi fundamental para o sucesso da proposta deste trabalho. Os métodos utilizados foram: revisão de literatura, pesquisa documental, história oral e análise fotográfica. A revisão de literatura foi direcionada em duas vertentes: fotografia e memória e história do norte do Paraná. A pesquisa documental foi realizada em documentos disponíveis no Museu Municipal de Rolândia e no acervo da família Kopp. A história oral para a realização de entrevistas e a análise fotográfica para melhor compreensão dos documentos iconográficos coletados durante a pesquisa. Neste sentido, a linha norteadora do trabalho foram obras do pesquisador Boris Kossoy, com seus estudos teóricos e estéticos centrados na expressão fotográfica e à aplicação da iconografia como fonte de pesquisas históricas e sociais e preservação da memória.

CHEGADA DO TREM EM ROLÂNDIA FOTO 1936

Flagrante tomado no dia da inauguração da estação de Rolândia. Vejam que o nome Caviúna não é citado (Revista não identificada, 19/3/1936).

www.estacoesferroviarias

segunda-feira, 9 de abril de 2018

BIOGRAFIA DE HERBERT BARTZ O PAI DO PLANTIO DIRETO ( DE ROLÂNDIA - PR. )

GAZETA DO POVO

BIOGRAFIA

Bartz é um sobrevivente. Na noite de 13 de fevereiro de 1945, ele estava em Dresden, quando um imenso ataque aéreo com bombas incendiárias

Ele sobreviveu à II Guerra Mundial e revolucionou a agricultura no Brasil 
Herbert Bartz, pioneiro do Plantio Direto, sobreviveu ao bombardeio de Dresden e contribuiu para revolucionar a agricultura brasileira com o sistema de Plantio Direto. Assista ao vídeo Albari Rosa/Gazeta do Povo

Herbert Bartz concedeu entrevista ao Agronegócio da Gazeta do Povo na ExpoLondrina 

Londrina | 
09/04/2018 
Marcos Tosi, enviado especial 

No início dos anos 70 o agricultor Herbert Bartz, de Rolândia, no Paraná, quebrava a cabeça para inventar uma máquina que pudesse colocar a semente no solo diretamente sobre a palhada do cultivo anterior, sem precisar revolver a terra. Eram tempos de erosão desenfreada, em que bastava uma chuva um pouco mais intensa para carrear sementes e toneladas de solo para os rios, causando prejuízos incalculáveis e retrabalho.

“Depois de me frustrar com o equipamento que construí na propriedade, decidi que era melhor ir direto à fonte. Comprei passagem em dez prestações na Varig e fui até a Feira de Hannover, na Alemanha. Mas não encontrei nada lá”, recorda-se Bartz.

Da Alemanha, Bartz seguiu para a Inglaterra onde foi apresentado às primeiras experiências com plantio direto naquele país. Nova decepção, porque a técnica envolvia a queima da palha, o que ia diretamente contra a convicção do produtor quanto à necessidade de proteger a matéria orgânica. Já desanimado, Bartz seguiu para o Kentucky, nos Estados Unidos, onde tinha visita agendada à propriedade do agricultor Harry Young Jr.

“Ele já fazia plantio direto há dez anos. Lá vi a plantadeira cortando o capim e já colocando o adubo e a semente. Ao lado tinha uma lavoura na altura dos joelhos e outra emergindo. Ver esse potencial fantástico, para mim, foi uma revelação. Daquele momento em diante fiquei em estado de graça, por que estavam resolvidos os meus problemas”, relata Bartz.

Mesmo sem ter dinheiro, antes de voltar para casa o alemão de Rolândia encomendou uma máquina americana que custava cerca de US$ 8 mil. “Eu disse que voltaria ao Brasil e iria providenciar o financiamento. Incrivelmente, a firma Allis Chalmersvteve fé em mim e enviou a máquina”.

O plano era plantar apenas 10% da área como um teste, mas uma geada fulminou a plantação de trigo e obrigou Bartz a cultivar tudo pelo novo sistema. “Aquilo foi o suficiente para solidificar meu apelido de alemão louco”.

Os pormenores da saga do plantio direto no Brasil estão no livro “O Brasil possível: a biografia de Herbert Bartz” (240 páginas, edição do autor), escrito pelo jornalista Wilhan Santin. Durante 14 meses, ele fez 20 entrevistas com o biografado, ouviu outras 27 pessoas, pesquisou em dezenas de revistas, jornais, fotografias, livros e artigos da Internet para reconstruir toda a história de 81 anos de vida de Bartz.

“A obra foi idealizada por Johann e Marie Bartz, filhos de Herbert, e construída graças à colaboração de muitas pessoas, inclusive do próprio Bartz. Ele participou intensamente, contando tudo com detalhes. Muitos o relacionam ao pioneirismo do Plantio Direto, mas desconhecem toda a história anterior que o levaram ao Sistema. Além disso, trata-se também de, além da saga de um agricultor, contar um capítulo importante do agronegócio brasileiro”, explica Santin.

Albari Rosa

Produtor nasceu em Rolândia, no Norte do Paraná, mas passou a infância na Alemanha durante a II Guerra

Essa história de achar que Bartz estava ficando maluco foi tão longe que a primeira safra acabou confiscada pela Polícia Federal, de tão estranho que era o novo jeito de plantar. Atualmente, a situação se inverteu. “O agricultor que hoje não faz plantio direto é considerado mentalmente duvidoso, não é?”, brinca Bartz.

Dados da Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação indicam que o Sistema é utilizado em aproximadamente 35 milhões de hectares no Brasil, o que corresponde a quase 90% das áreas ocupadas com lavouras de grãos. O Sistema propiciou à agricultura do País chegar ao século 21 com recordes de produtividade.
Sobrevivente e revolucionário

Menino nascido no Brasil e criado na Alemanha, em meio à Segunda Guerra Mundial (1939-45), Bartz é um sobrevivente. Na noite de 13 de fevereiro de 1945, ele estava em Dresden, quando um imenso ataque aéreo com bombas incendiárias, comandado por forças britânicas, arrasou a cidade alemã cortada pelo Rio Elba. Herbert e outras crianças, abrigadas em um porão, foram salvos por adultos que não pararam de jogar água sobre eles para aplacar o calor.

O título do livro foi ideia de Bartz. “Tenho a certeza de que o Brasil com o qual eu sonho é sim possível. Espero que tudo o que está acontecendo no agronegócio se espalhe para todos os setores, que aqueles que ocupam os cargos políticos possam se espelhar no homem do campo, que trabalha do nascer ao pôr-do-sol, que come marmita em cima do trator com o motor ligado para fazer o plantio e a colheita no tempo certo, que planta sem ter a certeza de preços bons no momento da safra, que enfrenta estradas esburacadas para escoar a produção e que entende a natureza e a respeita. Por sinal, ela, a natureza, não aceita propinas.”

O lançamento da biografia do “pai do plantio direto no Brasil” conta com o apoio do Iapar, Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação e Sociedade Rural do Paraná. A obra foi patrocinada por Fundação Agrisus, Dow AgroSciences, Itaipu Binacional, Jacto, Marchesan e Microgeo.

SERVIÇO

Evento: lançamento da biografia “O Brasil possível: a biografia de Herbert Bartz”
Data: 10 de abril, terça-feira, às 19h30
Local: Centro de Treinamento Milton Alcover, no Parque de Exposições Governador Ney Braga, durante a ExpoLondrina

quarta-feira, 28 de março de 2018

RELATO DE UM PIONEIRO DE ROLÂNDIA EM 1936

PALMEIRAS QUE CRESCEM COMO ERVAS DANINHAS...
Foi encontrada uma longa carta escrita no ano de 1936 por Hans Kirchheim. A carta, redigida em alemão, conta da vida nos tempos pioneiros de Rolândia e foi traduzida pela filha do autor, Ruth Bárbara Steidle, em 2001, ao pé da letra, para o português.

...Nosso teto é, como são os usos da gente do mato, coberto com tabuinhas, encima de vigamento de palmito – isso são palmeiras que crescem como ervas daninhas em grande quantidade no mato, e que são um artigo de importância diária para os necessitados. Seus troncos são de fibras relativamente moles e de fácil decomposição, mas geralmente crescidos retos como velas, por isso podem ser usados com grande facilidade e ganho de tempo nas construções. Eles se deixam rachar com facilidade, tirando-se o miolo, podem ser usados como calhas para conduzir a água. Deitados uns ao lado do outro servem de soalho (quando molhados são escorregadios como gelo). Com as folhas do palmito, pessoas que ainda não tem pasto alimentam os cavalos que ficam com diarreia e as folhas bem jovens são comidas pelas pessoas com efeitos semelhantes. Em todo caso, os palmitos com sua casca branco-marmoreada são lindos no nosso telhado e nos deixam muito orgulhosos.
Rolândia, 26 de junho de 1936.

DANIEL STEIDLE

FOTOS HISTÓRICAS DE ROLÂNDIA - PR. ( PERSONAGENS FAMOSOS )



























DR. OSNI, SEU FILHO, ALAN  E OSVANIR



























































NACIONAL ( NAC ) DÉCADA DE 80, TONHÃO, SACCA, NELOINHO, ZÉ ALEXANDRE, MORENO, CEBOLA, ITAMAR, OSNIR...






































CARLINHOS PINHEIRO, PASSA O CARGO PARA TONINHO CONTE, NA PRESENÇA DE PERAZOLO.

quinta-feira, 22 de março de 2018

HISTÓRIA DA ASSOCIAÇÃO ECOLÓGICA E DO AMBIENTALISMO DE ROLÂNDIA

Corria o ano de 1993....Tive a ideia e o desejo de fundar uma ONG ambiental para cuidar e defender o meio ambiente de Rolândia. Publiquei editais nos jornais locais e na Rádio. Na primeira reunião (na minha casa sito à Rua Arthur Thomas) apareceu apenas o Milton Luiz dos Santos. Na segunda reunião, ainda na minha casa, apareceu o Milton e o Cláudio Metzger. Na terceira reunião na Praça Castelo Branco apareceu o Milton e esposa....o Cláudio... o Renato Metzger e namorada (hoje esposa)... o Paulo Ademir Farina e seu filho Paulo Augusto (ainda menino). Os demais membros da primeira diretoria tivemos que convidar pessoalmente. Por ai vocês vêem como foi difícil fundar a Associação Ecológica de Rolândia. A situação hoje não é muito diferente. Quando aparece uma denuncia séria na cidade podemos contar sempre com os mesmos. Fica aqui então a minha homenagem a estes valorosos ambientalistas que nunca se acovardaram diante das ameaças dos poderosos. Deus abençoe vocês. * Foto tirada durante uma excursão ecológica na represa do Ingazinho. JOSÉ CARLOS FARINA - SÓCIO Nº 1

VÍDEO HISTÓRIA DOS AMBIENTALISTAS E AMBIENTALISMO DE ROLÂNDIA - PR.

VIDEO.

sexta-feira, 9 de março de 2018

BOMBA DE FLIT PULVERIZADOR DE DETEFON VENENO PARA MOSCAS

EU SOBREVIVI A ISTO
BOMBA DE FLIT PARA PULVERIZAR DETEFON
MEUS PAIS EXAGERAM
NINGUÉM TIRAVA AS CRIANÇAS DA CASA..
A MOLECADA USAVA ISSO PARA BRINCAR...
TEMPOS DIFICIES


sábado, 24 de fevereiro de 2018