sexta-feira, 21 de novembro de 2014

BANHO EM CHUVEIRO DE " CORDINHA "

Já tomei alguns banhos em um chuveiro igual no sítio do meu avô espanhol João Martin. A gente "temperava"  a água fora. Tinha que economizar. Primeiro molhava o corpo. Depois ensaboava. Por último o enxague. Nesta última fase  o banho acabava quando não tinha mais água. Hoje para economizar e poupar os nossos reservatórios dá para fazer o mesmo. Nada de ficar cantando no chuveiro.... TEXTO de  JOSÉ CARLOS FARINA. FOTO By  DANIEL STEIDLE

terça-feira, 18 de novembro de 2014

ORLANDO e ANÍSIO METZGER - CARNES e EMBUTIDOS - ROLÂNDIA - PR.

Os Srs. Orlando Metzger e Anísio Metzger, de saudosa memória, merecem uma homenagem póstuma, pois foram  homens de bem... ótimos açougueiros.. bom chefes de família exemplares.. ótimos cidadãos. Os produtos fabricados por eles  no Açougue Central divulgaram a cidade em toda a região.  Os melhores embutidos ( salsicha, linguiça cachorro quente, salame, mortadela, linguiça Blumenau, chouriço, bisteca defumada, queijo de porco, eisbein.... TEXTO By  JOSÉ CARLOS FARINA

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

FOTO SEMANA DA PATRIA EM 1970 - PRAÇA CASTELO BRANCO

Patriotismo !!!!!
"É o sentimento de orgulho, amor e devoção à Pátria. "  Essa foto é de 1970 , guarda do Fogo Simbólico na Semana da Pátria. Olha o respeito que a gente tinha naquela época. Na foto vemos, no centro, Ilona Appel Farina, do lado direito, Ulla Raio e Miguel de Paul
a.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

sábado, 1 de novembro de 2014

VENDAS ANTIGAS DE SECOS E MOLHADOS ( EMPÓRIOS ) DO NORTE DO PARANÁ



Da época da fundação de Rolândia até o final dos  anos 70 não havia  supermercados, mas apenas  vendas ou empórios. Estas vendas  (secos e molhados) eram pequenos  supermercados que vendiam arroz, feijão, batata,  tomates, cebola, alho, sardinha salgada, etc. por quilo. Tinha armários  cheios destes alimentos. O dono da venda pegava uma espécie de concha de lata e enchia sacos de papel de acordo com a quantidade. O óleo era as vezes vendido por litro ( o cliente trazia o litro de casa).  A pessoa levava um litro que era enchido na hora. Tinha também o óleo envasado em latas quadradas de um litro. Mercadorias do tipo iogurte, sorvete, patê, presunto, mussarela, frutas frescas era difícil de encontrar. Por ex. maçã, você só encontrava em quitandas especializadas, pois as mesmas eram importadas da argentina e custavam uma fortuna. A maioria das famílias só compravam maçã pra dar para pessoas doentes. Verduras e legumes eram comprados nas feiras livres, mas a maioria das famílias cultivavam  hortas caseiras. Minha mãe sempre teve a sua (até hoje né dona Sebastiana ?) Sempre tivemos fartura de verduras. Muitas vezes eu e meus irmãos saíamos vendendo  na vizinhança levando-as em cestos. Com o  dinheiro das vendas comprávamos sorvetes e outras guloseimas.  Estas vendas ou empórios vendiam também sardinha ou manjubinhas salgadas, bombinhas de são João, paçoquinha, bolinhas de vidro, querosene em latas de 5 litros, biblioquês, peões, pinicos, etc. Bolachas ou biscoitos só tinha de um tipo (biscoito Maria).  Macarrão era difícil encontrar mais que uma marca. Naquele tempo o comerciante embrulhava as mercadorias com jornal e depois amarrava o pacote em forma de cruz com barbante grosso. Eles faziam com agilidade. Eu gostava de ver... depois treinava em casa... quem sabe um dia poderia ser também um comerciante... Algumas vendas ficaram famosas porque vendiam também picolés de groselha. A molecada fazia a festa. 99% dos clientes levavam cadernetas e marcavam as compras "fiado", ou seja para pagar no final do mês. As vendas que eu me lembro era a do Português Aniceto, o verdão que depois virou mini-mercado, a Casa Primavera e o Braziluza. Minha mãe mandava eu comprar numa venda que ficava na esquina da prefeitura, onde hoje é o escritório do meu irmão Paulo. Lembro-me que com o passar do tempo estas vendas começaram a vender produtos que era novidade na época. Ex. Garrafas térmicas, Q-suco, tubaína e botinas daquelas que tem um lacinho atrás. Coca-Cola e guaraná a maioria das famílias só consumiam em dias especiais como Natal, Ano Novo e Páscoa. A molecada tinha uma mania de furar a tampa do guaraná com prego...  Em ocasiões de festas o refrigerante servido era sempre o guaraná da Antártica. Algumas vezes tomávamos também Crush e Grapete.  Havia muita fartura de produtos colhidos aqui na região, ex. laranja, verdura, legumes, arroz, feijão.  Hoje, graças a Deus quase todas as  famílias podem consumir toda semana Coca-Cola, guaraná, sorvetes, frutas diversas, queijos, carne, etc. O único problema sério hoje (e põe sério) é o aumento dos assaltos e assassinatos. JOSÉ CARLOS FARINA

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

HOMENAGEM A SILAS NEVES DE SOUZA - professor e vereador

Professor Silas. Lecionou em vários colégios de Rolândia. Foi vereador por dois ou três mandatos. Pessoa com boa dicção tinha o dom da oratória. Possuía  muitos amigos na cidade. Ele era respeitado como político e como professor. Morava em frente o Colégio Souza Naves onde hoje é o escritório do advogado Zé Maria. Morou um tempo em Matinhos-PR. - foi sepultado em Rolândia. Gostava dele. JOSÉ CARLOS FARINA
comentários:
Vera Lucia nossa meu professor de geografia

Marlene Grotti Foi meu professor no Colégio Kennedy....era pai dos colegas Silas Ricardo e Silas Roberto. Bons tempos!!!! 1976.
 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

ARQUITETURA - CASAS DE MADEIRA JAPONESAS NO NORTE DO PARANÁ

FOLHA DE LONDRINA

O legado dos carpinteiros japoneses

Casas construídas por imigrantes são carregadas de simbolismo; arquiteto londrinense resgatou trabalho em livro

Mônica Nakabayashi: "Precisamos resgatar sempre tudo que faz parte da nossa cultura e do que nos originou"
Anderson CoelhoLondrina - Para quem é leigo em arquitetura ou cultura japonesa, os poucos exemplares de casas de madeira em Londrina que ainda restam em bairros como Vila Cazoni, Vila Nova e Vila Brasil, construídas em sua maioria entre os anos 1950 e 1960, podem parecer iguais a outras tantas residências. Mas o legado histórico e a marca cultural que os carpinteiros japoneses deixaram nessas casas é inegável e digno de admiração, principalmente para estudiosos da área.

Para resgatar e eternizar esse passado, já que o avanço da cidade não permitiu que a maioria dessas casas continuasse em pé, o arquiteto e professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Antônio Carlos Zani, dedicou um capítulo no livro "Arquitetura em Madeira" ao trabalho deixado pelos carpinteiros japoneses em Londrina. Zani sempre foi um entusiasta da arquitetura de madeira, e estudando as diferentes construções começou a perceber as diferenças das casas construídas por carpinteiros japoneses.

"Nos anos 1980 demoliu-se muitas dessas casas de madeira, então resolvi começar a registrar esses trabalhos, andando pela cidade e tirando foto de cada uma. Em relação a essas construções dos imigrantes japoneses, ficou um registro mesmo de como o povo vivia naquela época", ressalta. "A arquitetura de madeira embasou toda a construção da cidade. Muitos falavam que eram construções efêmeras, mas não é bem assim. Todo o Norte do Paraná foi construído com madeira, pela abundância do material, principalmente a peroba rosa, e também pela rapidez na construção, e muitas edificações permanecem até hoje", explica.

Zani chama atenção no livro a alguns elementos arquitetônicos que seriam característicos dos daikusan, como eram chamados os carpinteiros e "arquitetos" da colônia japonesa. "São características dessas casas o telhado com forte inclinação, chamado de irimoya, e também a guenkan, varanda, e os rendilhados geométrico utilizados no emolduramento das varandas, os ranma."

NOSTALGIA
Os elementos estéticos podem passar despercebidos para muitos, mas para nisseis e sanseis, no entanto, essas características são visíveis e nostálgicas.

A arquiteta Mônica Nakabayashi, que também fez um trabalho de graduação em 1989 sobre a arquitetura japonesa, acrescenta que alguns elementos decorativos também tinham uma função específica ligada à cultura oriental. "As casas que cataloguei tinham elementos decorativos como o onigawara, um elemento de cerâmica que ficava no alto da cobertura com a função simbólica de espantar maus espíritos." Outra característica importante eram os jardins, que estavam carregados de simbolismo e misticismo, segundo ela. "O jardim sempre tinha aspecto importantíssimo, pois não era apenas para embelezar. Os tipos de plantas, seu formato e posição sempre tinham relação com as crenças para trazer proteção aos moradores, para o dono e provedor da casa, contra mau olhado ou pessoas invejosas e espíritos ruins, e também para trazer fartura, sucesso e longevidade."

Homenagem
Mônica cresceu visitando regularmente uma casa onde todos esses simbolismos estavam presentes. Seu avô paterno, Torata Nakabayashi, participou de um mutirão e ajudou a construir a própria casa, na Vila Casoni. Segundo a arquiteta, era uma casa ampla, de três quartos, varanda e jardim com lago repleto de carpas – também muito importantes na cultura japonesa, porque trazem prosperidade, longevidade e boa sorte. "Infelizmente, a casa dos meus avôs já não existe mais. Foi consumida pelo fogo na época em que estava à venda após a morte deles. Ela foi apenas mais uma que na época não tinha mais valor nenhum nem para venda, e que seria destruída de qualquer forma para dar origem as edificações mais novas e modernas."

A arquiteta lamenta que o poder público e a maioria das pessoas não se preocupa em preservar esse trabalho histórico. "Infelizmente nossa cultura é assim, não dá valor nem preserva o antigo, ainda falta muito para o brasileiro entender e aprender que também precisamos do passado e resgatar sempre tudo que faz parte da nossa cultura e do que nos originou."

O trabalho da arquiteta, segundo ela, além de resgatar esse passado, também teve o intuito de homenagear seus antepassados. "Meus avós que aqui chegaram e ajudaram a construir um pouquinho desta linda cidade, e também à toda comunidade nipônica, deixando registrado um pouco da nossa cultura que ficou impregnada em Londrina."
Paula Barbosa Ocanha
Reportagem Local

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

PIONEIROS DA TV TELEVISÃO EM ROLÂNDIA

VICTOR GARCIA, GILSON LANZONI ( BOLA) e RODRIGO STUTZ ( CABELO ) TRABALHARAM NA TV LOCAL DESDE O INÍCIO. SABEM TUDO DE TV DESDE A FILMAGENS, ENTREVISTAS, APRESENTAÇÃO e  EDIÇÃO.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

FOTOS ANTIGAS DE ROLÂNDIA - DE 1932 ATÉ 2000 - HISTÓRIA - MUSEU

FOTOS PUBLICADAS NO  JORNAL NOTÍCIAS DA CIDADE - PESQUISA  By   JOSÉ CARLOS FARINA


























































































































































































NAC NACIONAL 1962















































PERAZOLO E VEREADORES - 1997



















SEU PEDRO DA FUNERÁRIA
























































NACIONAL DA DÉCADA DE 50