sexta-feira, 17 de abril de 2015

VASSOURA DE GAUNCHUMA ( DO TEMPO DA ROÇA )

OCÊ JÁ "BARREU" O QUINTAR CUMA "BASSORA" DESSA....???

FOTO dos FUNDADORES da ASSOCIAÇÃO ECOLÓGICA de ROLÂNDIA em 1993

Membros fundadores da Associação Ecológica de Rolândia, Claudio Metzger, José Carlos Farina, Paulo Ademir Farina, Paulo Augusto Farina e Milton Luiz dos Santos,  fazendo uma vistoria/excursão no Ribeirão Amoreiras ( fundos do Jardim Vale Verde). Na época Paulo Augusto ainda era adolescente. (Foto tirada por Renato Metzger, outro sócio que não aparece na 1ª foto)
Na foto nº 2 Renato, Milton e Farina na Represa do Ingá.
  

quinta-feira, 16 de abril de 2015

CONSTRUÇÃO DA IGREJA MATRIZ CATÓLICA DE ROLÂNDIA ( 1952 )

CÁSSIA POPOLIN
Construção da Igreja Matriz de Rolândia - 1952 
OBS.: essa foto da igreja meu avô, Antonio Lovato, recebeu com dedicatória por ter sido paraninfo da inauguração da igreja...ele recebeu a foto com dedicatória. Cássia Popolin

terça-feira, 14 de abril de 2015

CARROÇA ANTIGA EM ROLÂNDIA

ROLÂNDIA, CAPITAL DO TURISMO PEDAGÓGICO BEM TE VI...
O CARROÇÃO DE OLARIA, MAIS TARDE ADAPTADO PARA GRÃOS, ERA PUXADO PELA MULA “GUARIBA”.  O FERREIRO DE ROLÂNDIA, ANTÔNIO WAGENHEIMER ARRUMOU O CARROÇÃO. ELE AFIRMA SER O CARROÇÃO DA OFICINA DO SEU PAI, SEO MANUEL... QUANTAS ATRAÇÕES DE EFEITO PEDAGÓGICO CAPAZES DE TRANSFORMAR UMA SOCIEDADE! SERÁ QUE O TEMPO DAS CARROÇAS VOLTA? PROVAVELMENTE NÃO, MAS A HISTÓRIA E AS TECNOLOGIAS BÁSICAS PODERÃO FAZER COM QUE MUITAS “VELHARIAS” SEJAM RECUPERADAS E REDESCOBERTAS.
A EVOLUÇÃO DO “HOMO SAPIENS SAPIENS” DEPENDE DA TRANSMISSÃO DE HABILIDADES.

BRINQUEDOS ANTIGOS HELICOPTERO DE ROSCA

FAMÍLIA COLUSSI DE ROLÂNDIA ( PIONEIROS )

Família completa : Fátima Colussi Travagin, Pedro Colussi, Jandira Colussi 

sábado, 4 de abril de 2015

DURANGO KID NA TV E NO CINEMA

JOSÉ ROBERTO REALE

No início da TV TIBAGI séries clássicas como DURANGO KID. Cowboy fictício do cinema e dos quadrinhos. Ele surgiu pela primeira vez no faroeste B de 1940 O Cavaleiro de Durango (The Durango Kid). O personagem somente seria retomado em 1945, quando a Columbia Pictures iniciou uma série que renderia sessenta e quatro filmes até 1952, todos interpretados pelo ator Charles Starrett. Ela foi relançada na televisão brasileira nos anos 1960, com grande sucesso.https://youtu.be/WQ4sYiiggcI

NATIONAL KID FOTOS DO SERIADO DOS ANOS 60

JOSÉ ROBERTO REALE
National Kid (ナショナルキッド, Nashônaru Kiddo em japonês) é uma série japonesa de tokusatsu que foi exibida no Japão de 4 de agosto de 1960 a 27 de abril de 1961, além de ter sido produzida pela Toei Company e exibida pela NET (atual TV Asahi). Apesar da popularidade no Brasil, a série não fez sucesso em nenhum outro lugar do mundo, incluindo o Japão, seu país de origem. Exibida pela TV Tibagi.

FOTO DE CELULAR ANTIGO PRÉ-HISTÓRICO


BRINQUEDOS ANTIGOS ANOS 60 E 70


BRINQUEDOS ANTIGOS ANOS 50, 60 e 70

eu nao tinha barriga ...kkkkkkkkkkkkkkkkk

EDUARDO ABRÃO ( PIONEIRO DE ROLÂNDIA )

Hoje, Sr. Eduardo Abrão, estaria completando 100 anos. Creio que como sempre fez, esta acompanhando e cuidando da sua família. Temos muita saudades, mas no dia dia, sempre convivemos com situações e decisões, que nos leva a lembrança de sua forma de conduzir a vida e a família. Parabéns pai. Miguel Abrão.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

CENTRO HISTÓRICO DE ROLÂNDIA ESTÁ ABANDONADO

03/04/2015 - Tem autoridade aqui de Rolândia que não sabe onde fica o Centro Histórico de Rolândia. Vou ensinar. O centro histórico são as quadras onde estão a Estação de trens, a antiga casa do chefe da estação ( em ruínas, conforme fortos), o armazém da AGEF/COPAGER,  a rodoviária, a primeira quadra da Rua Estilac Leal onde está  o Castelinho dos Dietz e o Hotel Pinheiro ( ex-estrela),a primeira quadra da Rua Monteiro Lobato, até o Edifício Gibim, a Praça Castelo Branco e aquele prédio da peixaria onde funcionou a primeira rodoviária de Rolândia. Aqueles dois pequenos trechos de ruas (Estilac leal e Monteiro Lobato) com paralelepípedos estão tbm dentro deste perímetro. Todas as cidades com algum acervo histórico preservam o seus centros históricos. Ex. Rio de Janeiro, Paranaguá, Curitiba, Ponta grossa, Ibiporá, Londrina, Salvador, etc. Aqui em Rolândia vejam esta casa que foi cedida ao município (de 1936), que era ocupada pelos chefes da Estação. Nela podemos encontrar a placa de identificação da RFFSA e janelas e portas da época. A prefeitura permitiu que invasores a ocupassem acabando sendo destruída em parte por um incêndio. Ainda é possível sua recuperação. Nem que seja em uma próxima administração com pessoas mais afeitas a conservação do nosso patrimônio histórico. Seria o caso da promotoria acionar os responsáveis que permitiram a invasão e incêndio deste edifício que  foi cedido ao município justamente pelo fato de sua importância histórica. TEXTO e FOTOS By JOSÉ CARLOS FARINA
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

COANDO CAFÉ NA ROÇA ( DÉCADA DE 30 a 70 )

hum esse é o verdadeiro cafezinho caipira

"FERRO" PARA CORTAR ARROZ E CAPIM


Quem lembra ou já usou um desse?

domingo, 29 de março de 2015

OBJETOS MUITO USADOS NOS ANOS 60 e 70

Oi amigos do grupo temos vários objetos ai.  a pergunta e vocês já usaram algum objeto desses ou tem em suas casas guardado de  lembrança responda comente
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

HOMENAGEM PÓSTUMA A AMACEU PUCCINI ( EX-PREFEITO DE ROLÂNDIA )

HONENAGEM PÓSTUMA A AMADEU PUCCINI ( EX-PREFEITO DE ROLÂNDIA)



AMADEU PUCCINI (UM POLÍTICO HONESTO E ALTRUISTA)
                    
É quase impossível falar de um homem como Amadeu Puccini nos dias de hoje, sem que haja algumas dúvidas e desconfianças sobre a veracidade da história. Para início de conversa, não existe nenhum parâmetro a ser traçado,bem como nenhum ponto de referência a ser comparado. Dedicou grande parte de sua vida, a praticar atos beneméritos e humanitários em prol do bem- estar do povo de sua comunidade. Sempre pronto a ajudar os menos favorecidos e todos que o procuravam.   Amadeu Puccini era daqueles homens que sempre buscou o “SER”. Talvez não tivesse tido tempo suficiente em sua vida em se importar com o “TER”.   Para ele, o próximo era mais importante, acima de qualquer coisa.Pertencia a Sociedade São Vicente de Paulo, da qual era presidente. Talvez tenha vindo daí a explicação dessa sua vocação, comportamento  e   procedimento.  Em eventos importantes, como no dia dedicado e consagrado aos mortos , Amadeu Puccini,  se plantava no portão principal do Cemitério com um embornal em mãos, angariando fundos  para os Vicentinos, o dia todo, isso também em seus tempos de Prefeito.  Sempre envolvido com o povo e consequentemente em política, que acredito tenha sido uma de suas grandes paixões. Todavia, a política praticada por Amadeu Puccini era diferenciada e muito, das políticas praticadas hoje.  Acreditava na grande verdade de sempre que  atualmente é sufocada e mascarada: “O povo é o senhor da razão”.” O poder emana do  povo”. “Do povo doutrinado, não do povo manipulado”.  São frases que muitos políticos não gostam de ouvir, sem duvidar todavia  que a força do povo e muito poderosa. Como homem público, Amadeu  Puccini  teve  como  seu  grande  patrão,  o povo.  Era  devoto do   cooperativismo, colaboracionismo, parceria, o único e grande sistema, desde os antigos  tempos da sobrevivência humana.  Esse sistema era infalível. Não girava dinheiro. Girava favores, permutas, trocas. Tudo aquilo que conseguia por intermédio da política, era dirigido para o  povo, seu grande parceiro.   Seu Amadeu Puccini foi o grande homem público de Rolândia na época, foi pelos anseios do povo. Ele não pagou por isso. Tudo era uma retribuição. O povo retribuía. A eterna consideração honesta e silenciosa desse povo.  Foi um dos vereadores mais votado na primeira eleição para prefeito  de Rolândia, que elegeu Adalberto Junqueira e Silva, pelo voto popular. Desde essa época, Amadeu Puccini já esteva lá.  O primeiro entre os primeiros. Começava a despontar o grande homem público. Á partir desse acontecimento sua existência de discreto, honesto, probo e humanitário se firmou de maneira tão concreta que o levou à Prefeitura em 1959. Sua administração foi singela até certo ponto, firmando seu propósito para o lado social, seu ponto forte. Suas obras de maiores vultos, foram a construção da Caixa D’Água na Rua Estilac Leal e o início das obras do prédio da prefeitura.  A Sta. Terezinha, adquiriu terrenos para construção da Santa Casa, mais tarde transferido para a Sociedade São Vicente de Paulo e doações de terrenos que antes eram  destinados à construção de praças, reservado pela C.T.N.P. (Companhia de Terras  Norte do Paraná) e doação de um terreno para a construção da Escola Normal na Salgado Filho e Colégio Santo Antônio.   Como toda cidade pequena havia comentário sobre o prefeito, sobre  tudo e sobre todos. Rolândia, não era uma exceção.  Como toda cidade pequena havia comentário sobre o prefeito, sobre  tudo e sobre todos. Rolândia, não era uma exceção. Até aonde vai a veracidade do caso, não tenho conhecimento, mas esse   foi muito comentado na época. Na construção da caixa d’água, Izidro Rodrigues (Alcides  Carpinteiro) um profissional que havia construído meia Rolândia, ficou um pouco “queimado” por não ter pego o serviço de madeiramento do andaime da construção. Logo depois  da caixa já pronta, alertou o prefeito de quem era muito amigo e correligionário, sobre  o prumo da caixa. Estava um pouco fora. Obteve a seguinte resposta: “A caixa foi projetada por engenheiros do Estado. Deixa de ser besta”. Alcides, como todo bom  espanhol, comentou o fato com seus amigos da área, que foram logo tirar a prova.  Após algum tempo, o laudo ficou pronto e Alcides foi levar para o Prefeito. Ela estava  realmente quase quarenta centímetros fora do prumo. Amadeu Puccini, pediu-lhe sigilo  absoluto sobre o fato. E o fato caiu no ostracismo. A comissão de Formandos do Ginásio de 1,961 fizeram-lhe uma visita para  o convite e ao mesmo tempo solicitar alguma ajuda de custo para a formatura que era de  81 alunos e muitos deles eram desprovidos de recursos até para o traje.  Ele nos acenou com uma negativa, alegando que a prefeitura não  dispunha de recursos para tal finalidade, que tinha pagamento de funcionários, professores  e recursos para educação e saúde, comprovando com umas pastas de papeis e ele  não desviava verbas. Todavia tirou do bolso duas  notas  de cem cruzeiros, pedindo mil e uma desculpas por não poder ajudar mais.   Na saída, alguém da comissão, sugeriu que fosse feita uma “vaquinha”  para comprar um presente para ele, no dia da formatura, o que foi feito. Foi adquirido um cartão de prata escrito pelo professor Demétrio, agradecendo pela colaboração. Um detalhe importante. No verso do  cartão constava o nome dos Formandos, bem como o nome de todos os professores. As palavras do discurso que Amadeu Puccini faria durante a cerimônia,  escritas à próprio punho em quatro folhas de papel almaço com pautas, foram proferidas  por uma de suas filhas. Ele não conseguiu apesar de tentar duas vezes. Era muito emotivo.  Durante seu mandato, pelo menos duas vezes por mês saia com  Adalberto Junqueira e Silva, seu amigo, mineiro como ele e ex-prefeito, proprietário da  Farmácia Rolândia que ficava onde é o Bradesco hoje, na eterna busca do bem estar do  povo. Na farmácia, Adalberto Junqueira mantinha uma outra paralela,  em menores proporções, com um estoque de medicamentos em Amostras Grátis  e Bonificados especialmente para esse fim. Utilizava o Jeep de Adalberto para não utilizar os veículos da prefeitura,  dividiam as despesas e partiam para a peregrinação. Sempre aos sábados de manhã com retorno no domingo pela tarde, ou noite, se o tempo assim o permitisse pois quando chovia, era um Deus nos acuda. As estradas eram boas quando no tempo seco. O que atrapalhava um pouco era o barro de terra vermelha.  As comunidades visitadas eram: Cafezal, Caramuru, São Martinho, Km. 5, Km 10, Km 15, Caiuby, Água do Jaú, Ribeirão Vermelho, Deizinho, Pitangueiras (Santo Antônio),  Jaborandi, São Rafael, Bandeirantes, Floresta, Córrego do Ema, Bartira, Escolas Rurais, Colônias  de Fazendas, Colônias de Serrarias e levavam sempre um funcionário da farmácia para  o caso de alguma injeção, aplicação de soro venoso e curativos.   Em alguma localidade a visita era rápida, uma vez que sempre tinha  alguém que era responsável pela comunidade.Amadeu Puccini não praticou esses atos sozinho. Tinha sempre alguém para lhe ajudar.  Era nessa força que ele acreditava. Amadeu Puccini um homem simples, de alma pura, bem acima e muito além de seu tempo.
                           
Urbano Rodrigues. março de 2015. 
(Escritor, farmacêutico, filho do pioneiro Alcides Rodrigues, um dos primeiros carpinteiros de Rolândia. Irmão do Mauro Rodrigues e do "Boca do NAC. Trabalhou com Adalberto Junqueira, 1º prefeito). 

COMENTÁRIO

Caro Urbano: 

 Fui amigo do saudoso Amadeu Puccini quando o mesmo já tinha encerrado a sua carreira política, mas  posso endossar tudo o que você escreveu. Sim... ele era um político de alma pura... pessoa simples... honesto... altruísta.  Rolândia teve poucos políticos que seguiram os seus passos. Um pena... penso que a política somente deveria ser  seguida por pessoas com esta índole. Vou relatar também alguns fatos de minha convivência com ele.  Na década de 80 ele me  procurou e pediu-me auxilio na função que eu exercia na época (vereador e advogado) para  "retomar" a administração da Santa Casa de Misericórdia de Rolândia (prédio do  antigo Posto de Saúde Central, construido por ele). Conseguimos dissuadir o antigo provedor, Sr. Mauro Zulian, para que  passasse a direção da entidade para os Vicentinos. Na época o sapateiro Sr. Hermínio Zanirato assumiu o cargo. Logo após,  fomos até a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná e conseguimos também a transferência da escritura pública de doação do terreno  para a Sociedade São Vicente de Paula. O desejo e a promessa do Sr. Amadeu para obter esta transferência de direitos foi a construção naquele local de uma creche ou asilo. Um sonho dele...  Por mais de 30 anos os Vicentinos receberam aluguéis da prefeitura graças a este nosso trabalho, que pouca gente sabe. Este dinheiro foi usado, é claro, para comprar comida e  roupas para os pobres de Rolândia, por todo este tempo. Agora recentemente os Vicentinos resolverem vender este terreno para uma grande construtora. No local vamos ter um grande "espigão". Tenho certeza que atendendo o sonho antigo do saudoso Amadeu, o dinheiro arrecadado vai ser utilizado para uma obra social com alcance para a população pobre e carente, para quem Amadeu  sempre trabalhou e se preocupou...  talvez uma creche ou um asilo será agora construido...  
Uma outra passagem que tive com ele foi a seguinte: Ainda nos anos 80 ou 90, o procurei  e lhe ofereci uma homenagem na Câmara Municipal, do tipo, cidadão honorário. Ele respondeu-me: "Farina, agradeço muito a sua amizade  e reconhecimento ao meu trabalho em favor do povo de Rolândia, mas homenagem eu não preciso mais. Já fui vereador e prefeito. Meu nome já está na história. Se você puder, gostaria de receber em doação ou mesmo comprado, um terreno, ali bem na entrada do cemitério, para que que eu possa descansar eternamente um dia". Assim, falei com  Eurides Moura, e  com autorização da Câmara o terreno foi doado. Ele descansa em paz no terreno que escolheu em vida...  
Um certo dia ele me visitou em meu escritório para um "bate-papo". Dentre muitas histórias que ele me contou, lembro-me de uma uma que tinha um tom de humor. Ele pertencia ao velho PTB, que era um partida na época  considerado de "esquerda". A favor de reformas sociais... Na década de 40, o governador nomeou um delegado para Rolândia do PSD, que era de "direita" e é claro contra o PTB.  Era um capitão ou coronel... muito bravo... Logo depois de sua chegada, este delegado  convidou os correligionários do PTB para um churrasco em uma chácara para os lados da gleba São Rafael. Foram todos em cima da carroceira de uma caminhonete. Chegando perto do local do churrasco o Sr. Amadeu viu alguns soldados agredindo umas pessoas.. eles queriam obrigar "a força"  os Petebistas assinassem a filiação do PSB. Amadeu que na época ainda era jovem pulou da carroceria do caminhão ainda em movimento e fugiu à pé. Ele nunca abandonou o seu velho PTB.  
Na eleição de 1988 ele apoiou a chapa de José Perazolo, que  era seu amigo. Perazolo, como eu, sempre enaltecia o trabalho de Amadeu e sempre dizia onde podia que ele  era a sua referência maior na política. Naquele ano tive o prazer e a honra de levá-lo ao meu lado, no meu velho jipe 1951, sem capota, na carreata da vitória de Perazolo e João Dario. O João Dario tem a foto e ficou de me arrumar uma cópia. Ficaria muito feliz em publicá-la. Por favor João Dario, procure a foto aí para nós!...Tem malandro por ai que não merecia nem limpas as botinas dele..... um prefeito que economizava ate com hotel.... quando viajava para Curitiba se hospedava em hotel de 2ª categoria para economizar e aplicar somente em obras em favor do povo.   JOSÉ CARLOS  FARINA 
PRINCIPAIS OBRAS:
 Sua primeira providencia foi percorrer todo o município a fim de inspecionar as estradas municipais. De inicio mandou calçar o pátio da rodoviária e criou o ponto de táxi. construiu o atual prédio da prefeitura, o Fórum um novo abatedouro municipal e várias pontes de concreto e de   madeira. Doou terreno para a Escola Normal (hoje Escola Dr. Vitório Franklin) e Colégio Santo Antonio. Asfaltou várias ruas do centro da cidade, num total de 18.000 m2. e implantou várias galerias de águas pluviais.Instalou energia elétrica em vários bairros inclusive Vila Oliveira e Jardim Santa Terezinha.  Deu inicio a construção do prédio da Santa Casa, atual Posto de Saúde central. Conseguiu a construção do Colégio Pres. Kennedy e a Caixa d´água elevada, que atualmente pertence a Sanepar.  Em sua gestão é iniciada a subscrição de telefones com a primeira ligação no dia 26/05/62.  Construiu mais escolas municipais. Colocação das primeiras lâmpadas à mercúrio no centro da cidade. Perfuração de um poço semi-artesiano para São Martinho. pesquisa: Rolândia - Terra de Pioneiros, Dr. Orion Villanueva, 1974)
 JOSÉ CARLOS  FARINA 
VÍDEO CLIQUE

quinta-feira, 26 de março de 2015

FAMÍLIA DE LUIZ ANDRADE ( UM DOS FUNDADORES DO NACIONAL DE ROLÂNDIA )

MARJORIE ANDRADE ABUSSAFY ENVIA FOTOS E O SEGUINTE TEXTO:
 Meu avô, Luiz Andrade, era farmacêutico em Rolândia e foi um dos fundadores do Nacional ( NAC). Meu pai, Luiz Celso Torrente Andrade. Minhas tias Rachel, Edy e Edmea Andrade. Meu avô era o Luiz Andrade, Minha avô era Benita Torrente Andrade. As fotos são  de 1945 e foram tiradas no atual campo de nacional. São amigos de Luiz Andrade, de saudosa memória. A última foto é de Luiz Andrade e esposa. O nome da farmácia do meu avô em Rolândia era Três Irmãos. No jogo que inaugurou o campo do Nacional, meu avô contratou o Corinthians para jogar. O Corinthians, perdeu o jogo e quebrou todo o hotel em que estavam hospedados em Rolândia.
  


















segunda-feira, 23 de março de 2015

CAVALEIROS NA CHUVA COM CAPAS GAUCHAS

Pela estrada da vida. ......  meus roceiros do Brasil

Pioneiros Margot Elfriede Gerda Sthiel, Siegfried Fridel Goldschmidt,


 "Sigfried Friedel Goldschmidt",  de saudosa memória, foi administrador  1940 a 1948, da Fazenda Bimini, depois Hidegardes até set. 1952. . Era refugiado judeu da Alemanha. Quando chegou ao Brasil não entendia nada de café! Em 1953 mudou  para Nova Esperança-Pr. em terras próprias. Filhos: Rui, Elizabeth e Renato. 

sábado, 21 de março de 2015

MAIORIA DOS IMIGRANTES VIVERAM NA SEMI-ESCARVIDÃO

Imigração Italiana - A viagem de navio

Depois de decidirem imigrar para o Brasil, quase sempre após terem sido persuadidos pelos agentes e subagentes de imigração, a próxima etapa era a viagem migratória. O primeiro desafio era chegar até o porto de embarque. No caso do Norte, era o porto de Gênova e, no Sul, o porto de Nápoles. A ida até o porto, que às vezes era feita a pé, inclusive no inverno, envolvia aldeias inteiras. Antes de partir, vendiam os poucos bens que possuíam. Frequentemente chegavam ao porto vários dias antes do embarque, por má-fé dos agentes, mancomunados com taberneiros e estalajadeiros, que tratavam de abusar dos preços.
 
FOME NO NAVIO

Uma vez dentro do navio, os imigrantes tinham que enfrentar uma viagem naval terrível, com duração entre 21-30 dias, amontoados no navio como passageiros de terceira classe. Não eram raros os envenenamentos por comida estragada, mortes por epidemias e ondas de furtos. Em 1888, em dois navios que transportavam imigrantes para o Brasil, o Matteo Bruzzo e o Carlo Raggio, 52 pessoas morreram de fome e, em 1899, no Frisna, 24 morreram por asfixia.


Ao chegarem ao porto brasileiro, se encantavam com o verde intenso da natureza exuberante do país e estranhavam os homens e mulheres de pele escura que perambulavam pelo porto, os quais os italianos nunca tinham visto em seu país de origem. Encaminhados para as fazendas, muitos imigrantes tiveram que enfrentar uma vida de semi-escravidão nas plantações de café, bem diferente dos relatos de paraíso vendido pelos agentes que os persuadiram a abandonar a Itália. Em consequência, um número elevado de imigrantes retornou para a Itália ou re-emigrou para outros países. Entre 1882 e 1914, entraram no estado de São Paulo 1.553.000 imigrantes e saíram 695.000, ou seja, 45% do total. Entre aqueles que voltaram para a Itália, ficaram na lembrança histórias trágicas que ainda hoje permanecem na memória dos filhos e netos desses imigrantes retornados. Mas também ficou na lembrança memórias positivas do Brasil, das plantações de café, das frutas tropicais que nunca mais iriam provar e, de certo modo, um agradecimento à terra que os havia permitido viver por algum tempo. Já aqueles que permaneceram no Brasil e ali reconstruíram suas vidas, influenciaram na formação dessa nação em diversos aspectos e contribuíram para o desenvolvimento do país social e economicamente.

IMIGRAÇÃO ITALIANA NO BRASIL

No Brasil, o interesse em receber mão-de-obra era grande. As lavouras de café se expandiam e os movimentos abolicionistas culminaram, justamente em 1888, com a abolição da escravatura. Na época, muito se discutia sobre como substituir o trabalho escravo.
Uma das possibilidades cogitadas foi a importação de chineses, os "coolies", mas a idéia foi abandonada. Seria apenas uma nova forma de escravidão. Por fim, a imigração espontânea de europeus, principalmente italianos, foi a solução encontrada para o problema da mão-de-obra.
Ficou acertado que, os italianos que viessem para o Brasil, poderiam se dedicar à sua especialidade. O governo italiano incentivava a migração, inclusive subsidiando a viagem. Os desempregados tinham prioridade para embarcar.
O Brasil, em contrapartida, prometia aos imigrantes um lote de terra e bons salários. Não demorou para que os recém-chegados se decepcionassem. A viagem de até 30 dias da Itália para o porto de Santos era muito ruim. Os imigrantes vinham na terceira classe, nos porões dos navios. Havia superlotação, a comida era ruim e não havia assistência médica. Muitos morriam ainda na viagem.
No início, o governo recebia os imigrantes em alojamentos provisórios. Em 1882 foi inaugurada uma hospedaria, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo. Mas o local era pequeno e lá proliferavam doenças. Foi necessário começar a construir um novo local que atendesse à demanda de estrangeiros.
hospedaria_imigrantes_02.jpg






        (28657 bytes) fachada da Hospedaria do Imigrante
hospedaria_imigrantes_01.jpg






        (42710 bytes) refeitório da Hospedaria do Imigrante
Em junho de 1887 começou a funcionar a Hospedaria do Imigrante, com capacidade para 1200 pessoas. Houve casos em que se registrou a presença de 6 mil pessoas alojadas. Em 91 anos de atividade, o local acomodou quase três milhões de pessoas. Hoje, o complexo abriga o Museu da Imigração.
Na nova Hospedaria, os imigrantes eram informados sobre o regulamento interno - impresso em seis idiomas -, recebiam refeições diárias e tinham acesso aos dormitórios, com divisões para famílias e solteiros.
Apesar da melhoria na chegada, era preciso ainda aprimorar o tratamento no trabalho. No início, os imigrantes eram tratados como escravos, alguns chegaram a dormir nas senzalas. Isso porque os fazendeiros demoraram algum tempo a se acostumar com o novo sistema de trabalho.
No estado de São Paulo a situação era melhor do que na maior parte do País. Com o que ganhavam nas colheitas, alguns imigrantes puderam juntar dinheiro para adquirir terras e até mesmo para se mudar para a capital. E foram o dinheiro e o espírito empreendedor de alguns desses imigrantes italianos que ajudaram a cidade de São Paulo a se desenvolver industrialmente.
Em 1900 imigrantes começaram a montar fábricas na capital, quase sempre no bairro do Brás, que por décadas foi um reduto italiano. Os Matarazzo e os Crespi foram os primeiros grandes industriais de São Paulo. Eles constituíram o grupo dos "condes italianos", título que mantiveram por décadas.
O Brás abrigou ainda a fábrica dos Scarpas, de Paschoal Bianco, além da loja ao Preço Fixo de Pontremolli, precursora das Lojas Americanas. A construção civil também teve expoentes italianos: Giuseppe Martinelli, que construiu seu edifício e Crestana, dono de grandes empreendimentos.
Já em 1900, 35 indústrias paulistas pertenciam a italianos. Em 1901, o Estado tinha cerca de 50 mil industriários, sendo que menos de 10% deles eram brasileiros, pois a maioria era de italianos.
Curiosidades:
- De 1870 a 1920, o Brasil recebeu cerca de 1,5 milhão de imigrantes italianos. Só para o Estado de São Paulo vieram 965 mil, ou seja, quase 70% do total.
- De acordo com dados da biblioteca do Memorial do Imigrante, de 1880 a 1889 o Estado de São Paulo recebeu 144.654 italianos. Só em 1888 vieram para o Estado 91.826 imigrantes, destes, 80.749 italianos.
- Em 1889 já se falava em excesso de imigrantes no País.
- Em 1890, a cidade de São Paulo registrou a chegada de aproximadamente 64 mil imigrantes da Itália.
- Durante a Segunda guerra (1939 a 1945) o governo italiano suspendeu a imigração subsidiada.
- No início do século, circulavam em São Paulo quatro jornais em italiano.
- Acredita-se que houve um tempo em que o idioma mais falado em São Paulo era o italiano.
- Estima-se que ainda hoje São Paulo possua a terceira maior colônia italiana, depois de Nova York e Buenos Aires.
- Dados de 2000 da Embaixada da Itália apontam a presença de 25 milhões italianos e descendentes no Brasil.
- O Estado de São Paulo abriga hoje 6 milhões italianos e descendentes, segundo estimativa do Consulado Italiano.

(trabalho elaborado por Carolina Martinelli Massaro)

Curiosidades:
- De 1870 a 1920, o Brasil recebeu cerca de 1,5 milhão de imigrantes italianos. Só para o Estado de São Paulo vieram 965 mil, ou seja, quase 70% do total.
- De acordo com dados da biblioteca do Memorial do Imigrante, de 1880 a 1889 o Estado de São Paulo recebeu 144.654 italianos. Só em 1888 vieram para o Estado 91.826 imigrantes, destes, 80.749 italianos.
- Em 1889 já se falava em excesso de imigrantes no País.
- Em 1890, a cidade de São Paulo registrou a chegada de aproximadamente 64 mil imigrantes da Itália.
- Durante a Segunda guerra (1939 a 1945) o governo italiano suspendeu a imigração subsidiada.
- No início do século, circulavam em São Paulo quatro jornais em italiano.
- Acredita-se que houve um tempo em que o idioma mais falado em São Paulo era o italiano.
- Estima-se que ainda hoje São Paulo possua a terceira maior colônia italiana, depois de Nova York e Buenos Aires.
- Dados de 2000 da Embaixada da Itália apontam a presença de 25 milhões italianos e descendentes no Brasil.
- O Estado de São Paulo abriga hoje 6 milhões italianos e descendentes, segundo estimativa do Consulado Italiano.

(trabalho elaborado por Carolina Martinelli Massaro)